terça-feira, 26 de março de 2019

Casal é preso suspeito de matar filhos com injeção de insulina

 Casal é preso suspeito de matar filhos com injeção de insulina no DF (Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação)
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, neste domingo (24), o casal suspeito de matar os filhos usando injeção de insulina.
Os dois estavam foragidos desde fevereiro, após a Justiça decretar a prisão preventiva deles. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em apoio com a Divisão de Operações Aéreas, localizou os suspeitos depois um mês de intensas buscas.
Segundo a corporação, a dupla responde por dois homicídios consumados e mais dois homicídios tentados contra quatro crianças – todas filhas do casal.
Em outubro de 2017,  eles tentaram forjar um quadro de hiperinsulinismo congênito – doença que faz o pâncreas produzir o hormônio em grande quantidade – em um bebê de 2 meses para arrecadar dinheiro com comoção popular.
Dois irmãos da criança morreram com o diagnóstico em 2016. Na época, a família apelou por ajuda em redes sociais alegando que não recebia auxílio do Estado. A situação também foi denunciada pelo Ministério Público.
O caso corre em segredo de Justiça. A reportagem tenta contato com a defesa do casal.
Imagem de câmera de segurança de hospital do DF do momento em que mãe teria aplicado insulina em bebê (Foto: Reprodução)
Investigação
A suspeita ocorreu durante a internação do bebê de 2 meses no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e foi investigada pela equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A criança deu entrada na unidade de saúde em junho de 2017, depois de uma convulsão.
Os médicos conseguiram reverter o quadro, mas decidiram investigar o caso após os pais relatarem ter tido mais três filhos (incluindo os dois que morreram) com a doença.
Para os profissionais, os resultados dos exames foram incoerentes. Uma nova investigação foi realizada e apontou que o quadro era “proposital”. Para preservar o bebê, o Conselho Tutelar foi acionado. Além disso, o menino foi encaminhado à Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin), onde o acesso da família era limitado.
Imagens das câmeras de segurança
Já instalado na Ucin, o bebê apresentou novo quadro de hiperinsulinismo. De acordo com a investigação, por volta das 18h do dia 19 de julho, a equipe de enfermagem foi acionada pela mãe da criança para avaliação da glicemia.
O hospital decidiu analisar as filmagens do circuito de segurança. Por volta de 17h50, a mulher estava com o menino no colo, “em movimento que sugere a administração exógena de substância que se acredita tratar de insulina de ação rápida, o que justifica a alteração do quadro de hipoglicemia exposto”, apontou a investigação.
“O efeito da insulina é diminuir as concentrações de glicose no sangue. A administração inadequada em quem não precisa pode levar a hipoglicemias graves, crises convulsivas, lesões irreversíveis do cérebro, comprometendo o desenvolvimento da criança, e até óbito, caso não vista e socorrida a tempo.”
O caso, então, foi denunciado à DPCA. Uma seringa foi encontrada pela delegada dentro da roupa íntima da mãe.
Em depoimento à polícia, a mulher confessou ter injetado o medicamento no bebê alegando que “ele estava com a glicemia muito alta”, mesmo sabendo que o menino estava sendo medicado e que a conduta dela poderia colocar a vida do filho em risco.
Aos policiais, ela não quis dizer como conseguiu insulina. Para a investigação, o pai do menino – que trabalhava como entregador de uma farmácia – teria fornecido o produto.
Por decisão da Justiça, os pais não puderam mais ter contato com o bebê nem com os outros três filhos.
O casal chegou a ajuizar uma ação de indenização por danos materiais e morais contra o governo do Distrito Federal por causa da falta de medicamento para uma das crianças que morreu. O casal ganhou na primeira instância.Por G1

Em dificuldade financeira, garota tenta vender tocha olímpica


Lílian está pedindo R$ 3 mil pela tocha, valor que precisa para saldar dívida da mãe.  / Bobby Fabisak/JC Imagem
Bobby Fabisak/JC Imagem
JC
Pessoas que circulam por algumas das principais ruas do Centro do Recife voltaram a ouvir falar da tocha olímpica quase três anos depois da passagem do símbolo pela cidade. Diferente de quando participou do dia do revezamento, porém, a jovem Lílian Gomes da Silva, de 18 anos, tem muita pressa. Há duas semanas, ela percorre incessantemente o bairro em busca de compradores para a relíquia. Dividida entre a tristeza por estar tendo de se desfazer do objeto e o desespero, a garota torce para que alguém demonstre interesse em pagar os R$ 3 mil de que precisa. O dinheiro será utilizado para saldar dívida contraída por sua mãe, que está deixando toda a família em situação muito complicada.
"A pessoa que deixou eu ficar com a tocha, com certeza, quis que eu ficasse com uma lembrança daquele momento tão especial. Vai ser uma perda muito grande, mas era a única coisa de valor que eu tinha para poder ajudar a minha mãe. Nos primeiros dias em que fui para o Centro do Recife tentar vender, para lojas de colecionadores, eu ficava chorando muito pela situação e porque eu ia me desfazer dela. Porque é algo muito gratificante que eu ia guardar para o resto da minha vida. Poderia ver por foto? Sim, mas não é a mesma coisa”, lamentou.
A tocha olímpica passou pelo Recife no dia 31 de maio de 2016. Lílian dividiu o percurso de 35km com celebridades esportivas como o goleiro Magrão, do Sport, depois de participar de uma ação da Coca-Cola. A empresa foi uma das patrocinadoras dos Jogos Olímpicos de 2016. Na época com 15 anos, a pernambucana jogava vôlei pela Escola João Paulo II e sua equipe foi finalista de um torneio que envolveu outras 15 instituições. Apenas os atletas dos times finalistas participaram do sorteio para condutores da tocha no Recife. Lílian foi uma das contempladas. Após o revezamento, a pernambucana pode manter a tocha, enquanto os atletas que participaram a convite do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) precisaram pagar para ficar com o objeto.
"Quando você está vivendo um momento como aquele, nem tem tantas sensações. Você apenas se sente deslumbrante. Eu não conseguia parar para pensar no que estava acontecendo. Você não acredita. Quando a gente chega no comitê, para colocar a roupa, eles sempre falam do significado e da importância, de mostrar a chama mesmo que veio da Grécia. Quando você vai carregar, você se sente muito importante e, ao mesmo tempo, não acredita no que está acontecendo. Eu me sentia deslumbrante e feliz", recordou com voz embargada.

Agora o objeto que reflete recordações tão alegres também se transformou em símbolo de esperança para Lílian e família. Ela mora com a mãe e o irmão, de 12 anos, em uma casa simples na Imbiribeira, Zona Sul do Recife. A energia elétrica acabou de ser cortada. E foi justamente em razão de toda a dificuldade financeira gerada pelo desemprego que a matriarca da família precisou se endividar.
“Minha mãe fez uma dívida porque estava precisando comprar comida para a gente e pagar algumas coisas, porque eu comecei a fazer um estágio não remunerado e ela ficou muito apertada. Ela não queria nunca que eu e meu irmão passássemos fome. Então, ela fez uma dívida. Eu achei muito errado, mas, em nenhum momento, eu deixaria a minha mãe sozinha nessa. Querendo ou não, ela fez por nós. Nós estamos passando por uma situação muito difícil, não estamos trabalhando, não temos família perto. A gente precisa se virar como dá. Às vezes, ela faz unha em casa, mas aí são R$ 15. Infelizmente não dá para muita coisa, é um arroz, um feijão”, contou.

AJUDA

Há anúncios sobre a tocha olímpica de Lílian em sites de venda online e em todas as redes sociais da pernambucana. Quem quiser ajudá-la pode entrar em contato pelo email lilianbia2010@hotmail.com. Além de tentar vender a lembrança dos Jogos do Rio-2016, a jovem também está a procura de emprego. 

segunda-feira, 25 de março de 2019

MULHER É MORTA A GOLPE DE FOICE EM TABIRA

Neste domingo dia 24/03  por volta das 21:00min a Guarnição ROMU (Rondas Ostensiva Municipal) foi acionada, para averiguar um possível homicídio na Rua Leonardo Barros da Silva, Barro Vermelho, Tabira – PE. De imediato o grupamento se deslocou até o local do fato, que ao chegar já se encontrava as viaturas da policia militar, ficando o isolamento da área por conta da Guarda Municipal.

Segundo informações colhidas no local se tratava de um feminicídio, onde o corpo da vitima Antônia Lopes da Silva, 40 anos natural de Tabira-PE, se encontrava no quarto sem vida e o acusado Miguel Cordeiro, 41 anos natural de Água Branca- PB já havia se evadido do local, segundo informações colhidas no local o fato ocorreu por motivos de ciúmes e o imputado usou uma foice para cometer o delito. Mais Pajeú

Atriz Cláudia Rodrigues é levada do Rio para hospital em São Paulo


A atriz Claudia Rodrigues, 47 anos, foi transferida na noite de ontem (23) para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista. Não foi informado o estado de saúde.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o quadro clínico da atriz não será detalhado “em respeito ao silêncio da família”.
Ela estava internada na Clínica São Vicente, na zona sul do Rio de Janeiro, desde a última quarta-feira (20).
Cláudia Rodrigues luta contra a esclerose múltipla desde 2000. A doença é autoimune e degenerativa e afeta o sistema nervoso central.
Com isso, o paciente tende a perder a capacidade de controlar o corpo. Em casos graves, perde a capacidade de andar e de falar.
Os principais sintomas são fadiga, formigamento ou queimação nos membros, visão embaçada, perda da visão e tontura, além de rigidez muscular e problemas de cognição.
Agência Brasil