Julgamento do goleiro Bruno é adiado para março




Manobra de troca de advogados adia julgamento de Bruno Fernandes para março. Foto: Vagner Antônio/TJMG
Manobra de troca de advogados adia julgamento de Bruno Fernandes para março. Foto: Vagner Antônio/TJMG
A juíza Marixa Rodrigues mudou a data do julgamento de Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues e Marcos Aparecido dos Santos para dia 4 de março de 2013, com início às 9h. Ela alegou dificuldade de compor o Conselho de Sentença em janeiro, porque muitos jurados estão de férias, viajando e não podem comparecer. No mês de fevereiro também seria difícil, por causa do Carnaval, afirmou a magistrada. Assim, fixou nova data.

Veja a cronologia completa do caso

Entenda o desmembramento

Um novo advogado foi constituído para o goleiro Bruno nesta quarta-feira. Apareceu no tribunal Lúcio Adolfo da Silva, que pediu um tempo para conhecer o processo. Ele disse que foi chamado, mas ainda não tem conhecimento dos autos. Portanto, solicitou o desmembramento do processo. O promotor Henry Vasconcelos alegou manobra da defesa, pediu multa para os defensores, mas a juíza concedeu prazo para o advogado ler o processo e determinou a separação.

O goleiro deixou o plenário às 10h após determinação da juíza. Os outros advogados desses réus, cujo processo já foi desmembrado, também devem sair do fórum por pedido da juíza. Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes continuam sendo julgados hoje.

Confusão de advogados

Bruno já trocou de advogados muitas vezes desde o início do inquérito e processo. Passaram pela defesa dele, Ércio Quaresma, Cláudio Dalledone, Rui Pimenta em equipe com Francisco Simim. Ontem, Bruno pediu a saída de Pimenta, ficando apenas Simim. Tiago Lenoir entrou em cena como parceiro de Simim.

No entanto, hoje a juíza Marixa Rodrigues leu no tribunal que estarão substabelecidos como defensores de Bruno o novato Lúcio Adolfo e Antonio da Costa Rolim. Esse último já figurava na lista de advogados auxiliares, mas agora toma a cena com um dos principais defensores. No fim de todo esse entra e sai, Bruno agora tem dois advogados ao seu lado para enfrentar o banco dos réus.

Simim sai do caso, após apresentação de documento dando poderes aos outros criminalistas. Ele não poderia abandonar o caso, porque a lei não permite, mas fez essa "transferência" de poderes.DIÁRIO DE PE

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