Professora é acusada de agredir aluna de apenas sete anos; Revoltada, mãe leva caso para a Delegacia
A
dona de casa Cristiane Geralda de Lima, 27 anos denunciou na Delegacia
de Polícia Civil de Conceição nesta quarta-feira (28) uma professora na
Escola Felix Pereira dos Reis no município de Santa Inês, no Vale do
Piancó paraibano. O motivo da denuncia foi uma suposta agressão da
professora contra sua filha de apenas sete anos de idade.
Em depoimento, a mãe da estudante bastante revoltada com o caso, disse que a professora teria colocado brutalmente um pedaço de papel na boca da sua filha. Essa informação, a mãe da criança teve após visitar de três colegas de sala da sua filha, onde todas confirmaram o ocorrido.
No Boletim de Ocorrência, consta que a mãe da estudante procurou a professora ao tomar conhecimento dos fatos e logo foi ignorada, sendo mandada procurar os seus direitos e que tudo não passava de uma mentira. O ato da professora deixou Cristiane com mais revolta, ela procurou uma representante do Conselho Tutelar do Município, que ajudou a formalizar a denúncia.
A representação foi feita contra a professora, como ato ilícito notificando no procedimento em epigrafe, a fim de que sejam adotadas as providências legais pertinentes, atendendo a condição de procedibilidade para oferecimento de proposta ou denuncia pelo Ministério Público.
DIÁRIO DO SERTÃO
Em depoimento, a mãe da estudante bastante revoltada com o caso, disse que a professora teria colocado brutalmente um pedaço de papel na boca da sua filha. Essa informação, a mãe da criança teve após visitar de três colegas de sala da sua filha, onde todas confirmaram o ocorrido.
No Boletim de Ocorrência, consta que a mãe da estudante procurou a professora ao tomar conhecimento dos fatos e logo foi ignorada, sendo mandada procurar os seus direitos e que tudo não passava de uma mentira. O ato da professora deixou Cristiane com mais revolta, ela procurou uma representante do Conselho Tutelar do Município, que ajudou a formalizar a denúncia.
A representação foi feita contra a professora, como ato ilícito notificando no procedimento em epigrafe, a fim de que sejam adotadas as providências legais pertinentes, atendendo a condição de procedibilidade para oferecimento de proposta ou denuncia pelo Ministério Público.
DIÁRIO DO SERTÃO

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