Canibais de Garanhuns Voltam ao Banco dos Réus

Essas duas mortes foram praticadas em 2012. Segundo as investigações coordenadas pela Polícia Civil, os réus criaram uma seita imaginária chamada Cartel, que tinha por objetivo diminuir a densidade demográfica. Para isso, deveriam exterminar mulheres que tivessem filhos, mas sem condições de criá-los. Jorge Beltrão seria o mentor da seita.
As duas mulheres foram atraídas para a casa do trio com a proposta de emprego de babás e um bom salário. Na residência, foram assassinadas, tiveram o sangue retirado, depois os corpos divididos em várias partes. A carna humana foi congelada e, posteriormente, serviu de alimentação para Jorge, Bruna, Isabel e uma criança que vivia com eles, filha da primeira vítima.
O mais impressionante é que o trio confessou que ainda recheava salgados, como empadas e coxinhas, com os restos mortais das vítimas, para vender pelas ruas de Garanhuns. O caso teve repercussão internacional.
Após a fase de audiências de instrução e julgamento, sem prazo para a conclusão, a Justiça definirá se os réus serão julgamentos em júri popular na Comarca de Garanhuns.
No ano passado, o trio foi condenado pela morte de Jéssica Camila. O júri popular aconteceu no Fórum de Olinda. Jorge cumpre pena no Presídio Desembargador Augusto Duque, em Pesqueira. Já as mulheres estão na Colônia Penal Feminina de Buíque.Do JC
Comentários
Postar um comentário