Clarissa Tércio vira alvo de pedido de investigação

 

Foto: Reprodução/Instagram

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito contra a deputada federal eleita Clarissa Tércio (PP) e outros dois deputados bolsonaristas recém-diplomados que incitaram atos antidemocráticos no domingo (8). Além da pernambucana, são alvos André Fernandes (PL) e Silvia Waiãpi (PL).

O Ministério Público Federal (MPF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que postagens feitas por eles em redes sociais, antes e durante as invasões, "podem configurar incitação pública à prática de crime e tentativa de abolir, mediante violência ou grave ameaça, o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais".

Os pedidos de abertura de inquérito são assinados pelo subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, designado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para atuar, junto ao STF, nos procedimentos relacionados aos atos antidemocráticos.

Os golpistas que invadiram a Praça dos Três Poderes depredaram o prédio do STF, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Eles quebraram vidraças e destruíram obras de arte, itens históricos e inúmeros equipamentos, deixando um rastro de vandalismo na capital federal.

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados também pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão de políticos na investigação sobre a responsabilidade pelos atos terroristas de bolsonaristas em Brasília. Além de Clarissa Tércio, o PSOL pediu que seja investigado o marido dela, deputado estadual eleito Júnior Tércio (PP.G1 PE

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