Breno Silveira leva vida de Luiz Gonzaga às telas

Sete anos após levar às telas a história de Zezé di Camargo e Luciano no bem-sucedido "2 Filhos de Francisco", o diretor Breno Silveira narra a trajetória de outros dois ícones da música brasileira no filme "Gonzaga - De Pai para Filho", que estreou na sexta (26).
Divulgação
Chambinho do Acordeon interpreta Gonzagão na obra do diretor Breno Silveira
O longa-metragem relembra a vida do sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989) --conhecido como rei do baião e dono de canções como "Asa Branca" e "O Xote das Meninas"-- e revela sua conturbada relação com o filho, o cantor e compositor Gonzaguinha (1945-1991), que cresceu distante --e com raiva-- da figura paterna.
A cada fase, eles são interpretados por diferentes atores (e não atores), como Júlio Andrade (Gonzaguinha dos 35 aos 40 anos) e Chambinho do Acordeon (Gonzagão dos 27 aos 50; leia entrevista abaixo), músico escolhido entre mais de 5.000 candidatos para o papel.
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ABAIXO, LEIA ENTREVISTA COM CHAMBINHO DO ACORDEON:
  Qual é a importância de um longa sobre Gonzagão?
Chambinho do Acordeon -
Ele é um dos principais nomes da cultura do Brasil e as crianças, por exemplo, conhecem [a música] "Asa Branca", mas não conhecem a figura do Gonzaga. Acho que o filme tem a função de apresentar, principalmente para os jovens, a história desse cidadão.
Como se preparou para o papel?
Foram sete meses de estudo. Vi muita coisa do Gonzaga, emagreci e treinei bastante os trejeitos dele.

Você pretende atuar de novo?
Se eu conseguir conciliar [com a carreira musical], sim. Estou aproveitando o momento do filme, mas continuo com a música. É lógico que, se pintar uma proposta, não para ser o protagonista, porque requer um aprofundamento absurdo, mas para algo menor, por que não?  FOLHA.COM

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