Marido é preso suspeito de envolvimento na morte da policial penal Edivânia Vieira, em Patos

 


A Polícia Civil da Paraíba confirmou, na manhã deste domingo (9), a prisão do marido da policial penal Edivânia Vieira da Silva, de 44 anos, encontrada morta dentro de casa no bairro Jardim Magnólia, em Patos, neste sábado (8). O investigado, de 38 anos, foi detido no município de Caetés, estado de Pernambuco, durante uma operação articulada entre forças de segurança da Paraíba e de Pernambuco.Segundo o delegado Diego Passos, da Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE), a captura foi resultado de uma ação de inteligência envolvendo a Polícia Civil da Paraíba, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar de Pernambuco e as Polícias Penais dos dois estados.

“Procedemos ao cumprimento do mandado de prisão temporária em relação ao investigado pela morte da policial Edvânia. O indivíduo, de 38 anos, mantinha relação conjugal com a mesma e foi preso na cidade de Caetés, por volta das dez e meia da noite de ontem”, informou o delegado.

O delegado Claudinor Lúcio, também da DHE, detalhou que a equipe esteve no local do crime ainda no sábado, realizando os primeiros levantamentos.

Sobre o crime

Edivânia foi encontrada morta ao lado da cama, ainda fardada, após dois dias sem contato com familiares e colegas. A perícia registrou indícios de violência, incluindo marcas de esganadura no pescoço e hematomas, mas sem perfurações aparentes. Pichações com referência a uma facção criminosa também foram encontradas na parede, o que, segundo a polícia, foi uma tentativa de desviar o foco das investigações.Edivânia atuava no Presídio Feminino de Patos desde 2012. 

Na nota oficial, a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) destacou os 13 anos de atuação de Edivânia no sistema penitenciário estadual, onde era reconhecida pela competência, seriedade e postura ética:

“Edvânia Vieira da Silva dedicava sua vida ao Sistema Penitenciário da Paraíba desde 2012. Lotada na Penitenciária Feminina de Patos, era respeitada pela competência técnica, proatividade e conduta ética inabalável”, diz a nota.

A Associação dos Policiais Penais da Paraíba (Ageppen-PB) igualmente lamentou a morte da servidora, enfatizando seu compromisso com o serviço público e seu legado profissional:

“Edvânia dedicou 13 anos de sua vida ao serviço público, atuando com zelo, compromisso e profissionalismo no Presídio Feminino de Patos”, afirmou a instituição. Patos onlaine

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